Quem acompanha
Um ou mais adultos de confiança, com relação e forma de tratamento claras.
Histórias de Apoio · leitura acompanhada
Crie um livro personalizado para antecipar uma mudança, abrir uma conversa ou guardar as memórias de alguém especial.
Escolha uma situação, acrescente apenas os detalhes que fazem sentido e reveja tudo com calma antes de ler, ouvir, partilhar ou imprimir.

Leitura digital privada.
Audiolivro narrado quando solicitado.
PDF para autoimpressão quando disponível.
Livro impresso conforme disponibilidade e destino.
É uma história personalizada, criada e revista por um adulto, que torna uma situação mais familiar através de pessoas, lugares, rotinas e memórias que a criança reconhece. Pode ser um ponto de partida para conversar — nunca um diagnóstico, tratamento ou substituto do apoio familiar, escolar ou profissional.
Uma despedida à porta da escola, o quarto do novo bebé, a cama tranquila do cão ou uma receita da avó podem transformar uma ideia abstrata numa sequência concreta.
A história acompanha o ritmo da criança. O adulto pode parar, repetir, mudar uma frase e deixar perguntas para outro dia.
A leitura partilhada cria um momento de baixa pressão em que a criança pode observar, perguntar ou simplesmente ouvir. A personalização ajuda a ligar a história ao seu quotidiano sem prometer um resultado emocional.
Cada exemplo desta página é totalmente fictício. Serve para mostrar possibilidades de tom, idade e personalização, não para representar uma família ou experiência real.
Há mudanças que pedem um mapa do que vem a seguir e outras que pedem espaço para recordar. Escolha a entrada mais próxima do momento da família.
Preparar uma mudança
Escola, irmãos, animais, rotinas, mudanças, saúde, noite, amizades, bullying e duas casas. Histórias concretas, quentes e sem finais perfeitos obrigatórios.
Começar com uma memória
Memórias de um animal ou de alguém especial, com linguagem calma, crenças escolhidas pela família e liberdade para fazer uma pausa.
A escolha serve apenas para orientar o início da história. Não enviamos o conteúdo do tema, nomes ou fotografias para plataformas publicitárias.
Antecipar uma sequência
Mostrar pessoas, lugares, objetos e passos que a criança pode reconhecer.
Abrir uma conversa
Dar ao adulto frases e perguntas que pode adaptar ao ritmo da criança.
Guardar memórias
Reunir fotografias, hábitos, lugares, receitas ou palavras de família.
Aceitar mais do que um sentimento
A história não obriga a criança a ficar feliz, corajosa ou pronta.
Parar e rever
O adulto pode corrigir factos, retirar detalhes e continuar noutro momento.
Estas sugestões gerais apoiam a conversa familiar; não substituem orientações específicas de uma escola, profissional de saúde ou serviço de apoio.
Em vez de tentar resolver tudo, descubra qual é a pessoa, lugar, som ou momento que mais precisa de ser explicado.
Uma sequência honesta pode incluir mudanças de plano. Retire factos que ainda não estejam confirmados.
Uma canção, um objeto, uma chamada ou a pessoa que vai buscar a criança pode criar continuidade.
A criança pode querer falar, mudar de assunto ou voltar à mesma página várias vezes.
Risco imediato, violência, abuso, sofrimento persistente ou instruções médicas precisam de apoio competente, não de uma história genérica.
Comece com poucos detalhes. Não é necessário incluir informação íntima para criar uma história reconhecível.
Um ou mais adultos de confiança, com relação e forma de tratamento claras.
Lugares, objetos, animais e pequenos rituais do quotidiano.
Escolha uma direção simples e adequada ao momento.
Registe limites antes de criar e retire qualquer detalhe incerto.
A história começa privada e só é partilhada por uma ação posterior.

Sofia percorre cada passo da manhã com o pai Miguel e descobre quem a espera na sala e quem regressa para a buscar.
A mochila levava lápis, uma maçã e uma pergunta que ainda não sabia sair da boca.

Leonor prepara a chegada do bebé Duarte sem ter de esconder que esperar, ouvir choro e partilhar atenção também pode ser difícil.
O amor podia crescer. A paciência, descobriu Leonor, precisava de pequenos intervalos.

Mateus descobre que ensinar a cadela Lua também significa respeitar o descanso, repetir as mesmas palavras e pedir sempre ajuda a um adulto.
A primeira regra não era “senta”. Era deixar a Lua chegar ao seu próprio ritmo.

Clara conhece o calendário, as rotinas e os objetos das duas casas sem ter de escolher uma como a casa mais importante.
As cozinhas eram diferentes. O lugar de Clara em cada uma delas não precisava de ser.

Beatriz reúne passeios, sons e fotografias do cão Max num livro de memórias que não lhe pede para deixar de sentir saudades.
Max já não corria até à porta, mas as histórias dos seus passos ainda sabiam o caminho.

Tomás transforma receitas, frases e domingos na casa da avó Teresa num livro familiar que distingue memória, imaginação e crença.
A receita tinha medidas. As histórias da avó mediam-se de outra maneira: pelo tempo que ficavam à mesa.
É um livro personalizado criado a partir da situação, das pessoas e dos pequenos detalhes que a criança reconhece. Ao ver o seu mundo dentro da história, a família ganha um ponto de partida familiar para ler, fazer perguntas e conversar ao seu ritmo.
Pode ajudar a preparar mudanças como o primeiro dia de escola, uma mudança de casa, a chegada de um irmão ou a separação dos pais. Também pode dar forma a conversas sobre bullying, doença, a perda de uma pessoa ou animal e memórias que a família quer guardar.
Nem sempre é fácil encontrar a primeira frase. Uma história cria uma linguagem comum: a criança pode reconhecer uma situação, antecipar o que vem a seguir, parar numa página, fazer uma pergunta ou simplesmente ouvir. A conversa pode continuar durante a leitura ou mais tarde, sem pressa.
Não. Pode começar com uma frase, uma memória, algumas notas ou uma ideia dita por voz. A Mythoria ajuda a transformar essa faísca numa história ilustrada; depois, pode rever o texto, ajustar o tom e alterar o que não soar verdadeiro para a sua família.
Pode incluir o nome e a idade da criança, pessoas de confiança, animais, lugares, rotinas, objetos de conforto, frases de família e memórias reais. Também escolhe o tom, a linguagem e o estilo das ilustrações para criar um livro que pareça verdadeiramente próximo.
Sim. A idade e o nível de leitura ajudam a ajustar o vocabulário, o comprimento das frases, o ritmo e a forma de explicar cada momento. Para crianças mais pequenas, o livro também pode ser pensado para leitura partilhada por um adulto.
Sim. Pode indicar o que deve aparecer, o que prefere não incluir e a linguagem que a família costuma usar. Em temas como separação, doença ou morte, pode ainda orientar factos, crenças familiares e palavras importantes, revendo tudo antes da primeira leitura.
Pode participar de forma simples e acompanhada: escolher o nome da personagem, um animal, um objeto especial, uma cor ou o estilo das imagens. O adulto mantém a conta e a revisão final, enquanto a criança ajuda a tornar o livro reconhecível e seu.
Não. Pode criar uma personagem totalmente ilustrada a partir de uma descrição. Se quiser usar fotografias, escolha apenas imagens que pode utilizar e reveja-as antes de guardar ou partilhar a história.
Sim — o controlo final é seu. Pode corrigir factos, trocar palavras, retirar detalhes, ajustar o tom e rever as ilustrações. Assim, a primeira leitura acontece com uma versão em que a família se reconhece e se sente confortável.
Sim. Cada história começa privada na sua conta. Só é partilhada se decidir fazê-lo, por exemplo através de uma ligação enviada a alguém da família, e pode rever primeiro nomes, fotografias e outros detalhes pessoais.
Pode ler a história no telemóvel, tablet ou computador, criar uma versão narrada e partilhá-la em privado. Também pode preparar um PDF para imprimir ou encomendar um livro físico, conforme os formatos disponíveis para a história e o destino.
Uma pessoa segura, um lugar familiar ou uma memória pequena podem ser suficientes para começar. O resto pode ser revisto com calma.